sexta-feira, 30 de setembro de 2016

#680

E quando os correctores dos telemóveis nos pregam aquelas partidas de mandarem palavras completamente estranhas à conversa que estamos a ter? A mim acontece-me muito o 'pelo' quando estou a tentar escrever ok. 'então fica combinado o almoço amanhã? Pelo.' Ou então 'afagava' quando tento escrever um 'ahahaha' divertido. Ou então 'clérigo' em vez de 'blergh'. 'não gosto nada de pessoas que cheiram a suor. Clérigo'. E muitos outros exemplos disparatados. E muitas acontece-me tentar corrigir e enviar novamente a palavra errada. O corrector do telemóvel também já vos deixou ficar mal?

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

#679

Quem já teve anúncios no OLX/Custo Justo ou tentou comprar alguma coisa através destes sites sabe que lá acontecem dois fenómenos. Um é que as coisas que estamos a vender desvalorizam imenso. Vamos imaginar uma aparelhagem. Se a compraram por 200 euros e pedem 100, um preço já baixo para uma aparelhagem nova e com pouco tempo de uso, as pessoas que vos vão contactar vão oferecer-vos 50 euros. Normalmente, neste formato ’50 euros e vou buscar amanhã’. Os interessados oferecem sempre cerca de metade do valor que estamos a pedir, por mais baixo que o preço esteja.
O segundo fenómeno é a valorização extraordinária dos artigos para venda. Já cheguei a ver artigos usados mais caros do que se comprássemos novos na loja. Quando vendem, as pessoas recusam-se terminantemente a perder dinheiro, ainda que o artigo tenha desvalorizado imenso e valha agora quase nada. Se o compraram a 100, vão vender a 80, nem que agora se compre igual novo por 50. Provavelmente acham que acrescentaram a sua experiência de vida ao artigo e os compradores devem pagar mais por isso.



Exemplo após uma rápida pesquisa, mas há mais que eu já vi:




#678


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

#677

As actividades de team building são uma tanga tão grande como o empreendedorismo ou aquelas palestras da treta sobre a auto-motivação. Males do mundo corporativo.

#676

Há um mistério que há alguns anos me assombra: os números das portas. Às vezes vemos casas coladas umas às outras, sem possibilidade de se construir uma casa lá no meio ou mesmo abrir uma porta nova numa dessas casas e uma é o número 134 e a outra é o 142. O que aconteceu aos números 136, 138 e 140? Isto acontece em muitos casos, costumo reparar nesta situação, e acho que tem tendência a acontecer mais agora, as casas antigas tinham os números mais seguidos e hoje em dia há números mais espaçados em casas contíguas. Alguém que trabalhe num departamento de planeamento do território ou de gestão urbanística que me explique por favor.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

#675


Indicador (seguro) de pessoas de esquerda: pessoas que usam sacos de pano como carteira, quer sejam homens ou mulheres. Se calhar porque são contra o capitalismo dessas lojas que vendem carteiras, esses fascistas que só querem dinheiro e não se interessam pelo proletariado.








PS: tirei a foto da internet, apenas para exemplificar. Se tiver direitos de autor ou whatever, avisem que eu retiro.

#674

Estou viciada em Água das Pedras. Mas antes isso do que andar nas drogas, não é?

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

#673

Taxistas vão pedir indemnização de seis milhões de euros à Uber


Gostava de saber o que vão fazer com esse dinheiro caso ganhem. Será que a Antral, preocupadíssima com os seus associados, o vai distribuir equitativamente por eles? Ou os protestos, birras, palhaçadas a que temos assistido por parte dos próprios taxistas vai apenas servir para encher os bolsos à associação? Isso era tão giro que até gostava que ganhassem. Depois era vê-los a atirar ovos e cocó à sede da associação.

#672

Normalmente não deliro com o Verão. Gosto de algum calor, mas calor em demasia aborrece-me. Este Verão não. Não sei bem porquê, mas este Verão soube-me bem. O Verão, o calor, o sol. Acho que pela primeira vez usei todos os meus vestidos, os meus calções e quase todas as saias. Andei meses e meses sem vestir umas calças e que bem me soube. E nem tive saudades dos meus casacos, o que também não é normal. Mas agora que o tempo começa a ficar mais fresco, estou a sentir a dificuldade da mudança. Começo a usar calças, mas aquelas finas, ainda não consigo usar calças de ganga, sinto que me apertam imenso, sinto-me aprisionada. Pela primeira vez que me lembro, quero mais Verão, mais calor, quero andar sempre de vestido e de sandálias. Também podia usar no Inverno, claro, mas aborrece-me ter de calçar meias, por isso é sempre mais fácil usar calças e pronto. Para além de serem mais quentes, quando está mesmo frio. Hoje pela primeira vez vesti uma camisa de mangas compridas. Larguei as t-shirts e os tops. É o primeiro sinal de que o Outono está aí. Eu gosto de Outono, mas ainda não. Este ano, ainda não. Preciso de mais tempo para me adaptar.

#671

Pessoas reles que põem comida a animais de rua com anzóis, pregos, outros objectos cortantes ou veneno: vocês não valem uma merda, e espero que o universo vos retribua em dobro o mal que fazem.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

#670

Desde que somos pequenos e vemos filmes de super-heróis, sonhamos tambem em sermos nós próprios super-heróis e ter um super poder. Alguns querem voar, outros querem ter super força, telecinese, teletransporte, super inteligência, tanta coisa, tanto por onde escolher. Eu nunca consegui escolher o super poder que queria, parecem todos tão espectaculares, mas o universo encarregou-se disso. Desde a semana passada que tenho o poder de oxidar metais. Sim, leram bem, o meu super poder é conseguir oxidar metais apenas com o meu corpo. Pulseiras que até agora eram branquinhas e brilhantes em menos de uma semana transformaram-se em montes de metal preto, prontos para irem para o lixo. Não estou a ver agora um uso para o bem deste meu super poder, mas de certeza que vou arranjar alguma coisa. Por exemplo, pegar em armas dos mauzões e oxidá-las de forma a que não as queriam usar. Ou então uso o poder para o mal. Abro uma sucata, e vou pelo mundo fora a oxidar metais que depois virão parar à minha sucata a um décimo do preço. Ou também posso montar um negócio de limpa-metais Coração e fico rica de vender tantas latas. Tantas oportunidades! Mas enquanto isso não acontece, vou-me entreter a limpar as minhas pulseiras de prata.



#669


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

#668

Odeio fungos. Infelizmente já tive duas situações com fungos no passado. A primeira, era eu adolescente, peguei num gatinho pequenino de rua ao colo e uns dias depois começaram a aparecer-me manchas vermelhas na pele. A segunda foi quando o meu gato veio para minha casa, bebé, apanhado da rua também, e passado umas semanas percebemos que ele tinha um fungo e que nos tinha apegado a nós e à nossa cadela. A doença era tinha, das duas vezes. É este o nome popular, penso que o nome mais científico é dermatofitose e sei que é uma micose provocada por um fungo. Mas posso dizer que é uma chatice e que é um tratamento prologado, quer para os animais, quer para as pessoas. Depois de ter apanhado este fungo pela primeira vez, fiquei um bocado paranóica com fungos. Evito tocar em animais de rua, e tenho sempre cautela quando toco num animal que não conheço, lavando sempre as mãos a seguir, especialmente antes de tocar nos meus animais, para também não lhes transmitir nada. Acontece que uns amigos meus recolheram um gatinho peqeunino há uns dias e eu fiquei toda entusiasmada. Olhei para o gatinho e não me parecia ter fungos, agora que já sei mais ou menos como é que os animais ficam com essa doença. Peguei nele, super fofinho, colinho, miminhos, etc. Entretanto eles levaram-no ao veterinário uns dias depois e... ele tem tinha! Nãããããooooo. Isso não, outra vez não... Fui a correr comprar Betadine espuma e Nizoral e tenho tomado banho com estes produtos nos últimos dias. Já estou cheia de comichão por todos os lados, mas tenho esperança que isso seja apenas impressão, por ter sabido da notícia. Espero que ele não me tenha apegado nada, estou super traumatizada com isso e a última coisa que preciso agora é apanhar um fungo mais uma vez. Bem, ao menos vou ter uma desculpa para não tocar em ninguém nos próximos tempos, não há cá mais beijinhos nem cumprimentos até eu ter a certeza de que não tenho nada. Ou até ser tratada, caso tenha. Raios!

#667

Eu já nem digo darem o pisca quando mudam de faixa, eu já só peço que os condutores olhem e se certifiquem que não está nenhum carro ao seu lado quando mudam de faixa. Entre ontem e hoje já me aconteceu três vezes quase levar com um carro em cima porque as pessoas querem mudar de faixa e simplesmente fazem-no, sem olhar.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016