quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Cremes.




Há dois tipos de pessoas


E vocês, deitam primeiro o leite ou os cereais na taça? Eu deito primeiro os cereais e só depois ajusto o leite necessário, porque gosto que tenha muito leite, sempre a cobrir os cereais.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Norte, sul, este, oeste

Em alguns dos trails em que participo é normal o sítio da partida ser algo tipo 'no largo da igreja' ou 'junto da igreja velha'. Já que eu muitas vezes vou para sítios que não conheço, eu e provavelmente muitas outras pessoas, estas indicações parecem-me bastante vagas. Será assim tão difícil incluírem o nome de uma rua que apareça no GPS ou o número das coordenadas? Já andei mais de meia hora às voltas, a pedir indicações às pessoas que encontrava na rua, completamente perdida em terras que não conheço, por ruas que o meu carro quase não passava, e tudo isto seria evitado com indicações precisas. Nomes de ruas, ok, pessoas que organizam os trails? Nomes de ruas ou coordenadas, lembrem-se.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Chinesices

Como estou rabugenta hoje, vou começar com um post negativo. Não gosto da Parfois. É uma das lojas mais overrated da actualidade. Aquilo são chinesices sem qualidade, com o preço super inflacionado. As únicas ocasiões em que compro são quando quero ter alguma coisa que se usa no momento e que sei que não vou usar muito, por isso não importa se é mais fraco. Tipo quando quis comprar uma mochila, mas já sabia que me ia fartar rápido, então comprei lá. De resto, hoje em dia não compro lá nada. Já cheguei a comprar alguns porta-moedas e carteiras no passado, apesar de nunca ter sido grande fã, mas acabam por se estragar rapidamente, nota-se que os materiais são fracos e começam a descolar ou descascar, para além de não serem nada baratos. Pelo mesmo preço, julgo que se arranja melhor em outras lojas. E é uma empresa que está em super crescimento, de ano para ano, sempre com lojas maiores nos shoppings. Não consigo perceber.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Volta

A Volta passou em minha casa. Não ligo nem sei nada sobre ciclismo, mas já que ia passar mesmo à minha porta e até estava tanta gente na rua à espera, fui ver à janela também. E passou assim um aglomerado de bicicletas e acabou. Não sei quantos são, mas pareceram-me poucos. Quando eu era miúda, lembro-me que vi a Volta passar em minha casa mais de uma vez e eu ficava imenso tempo a ver passar ciclistas. Alguns sozinhos na frente, depois o pelotão, depois os mais atrasados. O ciclismo está menos concorrido hoje em dia, não está? Ou entã os ciclistas estão mais bem preparados e já não há quem vá à frente ou atrás. vão sempre todos juntinhos.

Dúvidas

O hotéis não deviam ser mais baratos se reservados directamente, em vez de usar plataformas intermediárias como o Booking ou semelhantes? Assim não teriam de pagar comissões ou taxas ou whatever. Mas quase nunca isso é verdade. Também acham estranho?

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Gatinhaaaaaaaaaaaaaaa


Presidente? Presente!


http://observador.pt/2017/08/15/marcelo-rebelo-de-sousa-a-caminho-do-funchal-e-antonio-costa-envia-condolencias/


Ufa, ao menos já chegou o Marcelo para dar abraços e tirar selfies com as pessoas da Madeira. Podem não receber mais nada, tipo indemnizações ou pessoas competentes que resolvam os problemas antes de se transformarem em tragédias, mas ao menos recebem carinho.

Vidente

Em relação à árvore que caiu na Madeira e matou 13 pessoas, e já estava sinalizada e até já lá tinha ido uma equipa verificar o estado da árvore e disse que não havia perigo de queda, vai ser feita uma peritagem para se apurarem as causas do incidente. Eu posso já adiantar o resultado dessa peritagem, poupando quiçá milhares de euros à autarquia: não foi responsabilidade de ninguém da equipa que já lá tinha ido ver a árvore, ela caiu porque foram causas novas. Ninguém irá ser responsabilizado. Agora podem gastar o dinheiro da peritagem noutra coisa qualquer, tipo fazer rotundas ou pintar as estradas. Não têm de agradecer.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

E121

Lembrei-me recentemente de groselha. Há muitos anos que não bebo um refresco de groselha e isso costumava saber-me tão bem! Então fui ao supermercado à procura de xarope de groselha. Só havia uma marca, que não me recordo qual era. Olhei para os ingredientes, que como se sabe vêm por ordem decrescente em relação à quantidade usada no produto em questão, e comecei a ler: água, açúcar, aroma, corante, Exxx, Exxx, e por aí fora. Resumindo, não vi lá nem uma menção a groselha, o fruto que dá nome (pelos visto só isso) à bebida. Apenas aromas, que supus artificiais, e corantes e esses Es todos que não fazem nada bem. Para pena minha, tive de deixar lá a garrafa. Gostava muito de beber um refresco de groselha, mas gostava menos de ingerir mais uma quantidade absurda de açúcar e cenas variadas artificiais. Se calhar, tenho de procurar outra marca para ver se é diferente.

Verdade


Bom artigo:




https://oinsurgente.org/2017/08/11/viver-num-t2-no-centro-da-cidade-por-menos-de-400e-sim-e-possivel/

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Cinemaxunga

Quero recomendar o melhor blog de cinema da internet:





Cinemaxunga





Não é meu amigo nem nada (mas não teria mal nenhum que fosse, ser meu amigo não quereria dizer que não pudesse ser bom na mesma), a recomendação é imparcial. É só mesmo muito bom, para quem aprecia o género.

Desconversando


Adoro a forma como os gestores de redes sociais no LIDL evitam as perguntas e dão respostas politicamente correctas, redigidas com antecedência, que não têm muito a ver com o que foi perguntado.







E continuava, por dezenas e dezenas de comentários. Mas até percebo que não possam/saibam responder a todas as parvoíces que se perguntam.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Sem luz ao fundo do túnel

É deprimente ir ao facebook e instagram e ver toda a gente de férias, na praia, em restaurantes, em sítios no geral e eu a trabalhar, sem sequer ver a possibilidade de férias brevemente. Isto de ter férias em Junho não foi grande ideia, parece-me.

Dress code

A sério, que cena é esta das pessoas usarem fatos de banho como se fossem tops e andarem assim na rua? Isso está na moda onde, na cabeça das bloggers de moda que usam isso para as fotos?

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Os últimos não são os primeiros

Facto: costumo fazer trails, mas, como ainda corro pouquinho, costumo estar no grupo do fim. Nunca fui a última, mas, dependendo do número de participantes, diria do último 1/5 das pessoas em corridas grandes, no último 1/3 em corridas com menos gente.


Constatação: os últimos dos trails nunca aparecem nas fotos.


Especulação: os fotógrafos devem fartar-se de esperar pelos que vêm depois do 'pelotão' e vão-se embora para o próximo spot tirar fotos. Errado, porque os da frente devem fartar-se de ter fotografias, provavelmente já nem ligam. Os que vêm mais tarde, como estão a fazer um grande esforço, é que dão mais valor a terem fotografias desses momentos.

Viagem ao inferno

Vem Agosto e com ele vem essa praga anual que é a Feira Medieval. Muita foto com coroas de flores, muita alusão à 'Viagem Medieval'. Haja paciência.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Dia Mundial do Gato

Parece que hoje é dia mundial do gato. Um bom dia para todos os Marquinhos e Mimis e Luizinhos e todos os outros gatinhos deste mundo! Adoro gatinhoooooooos!







Dúvidas

Dúvida da semana: conhecem alguém que, nas casas de banho públicas, prefira secar as mãos nos secadores automáticos em vez de usar papel? Será que essa pessoa existe no mundo?

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Fogo posto

Ontem fui fazer uma caminhada no meio do monte. Uma espécie de trail mas com menos corrida. Quando ia para lá, vi num monte lá perto três focos de incêndio. Via-se o fumo a sair em três sítios, praticamente equidistantes e em linha recta. Ou o Sol andou de régua e esquadro a atear aquele fogo ou então foi um filho da puta que ateou o fogo. Fiquei mesmo triste e revoltada. Porque estava no início ainda e quase que se podia ter apanhado o animal que fez aquilo e ter-lhe dado uma carga de porrada que o pusesse em coma e da qual nunca mais se esquecesse quando quisesse atear fogos em matos. Durante o tempo todo da acaminahda andaram lá duas avionetas a ir buscar água ao rio e a deitar no fogo e ainda ficaram lá quando vim embora, portanto mais de 3 horas a apagar um fogo que teve origem em mão humana.
Na minha cabeça, fiz logo um filme pior ainda. E se essa besta tivesse ateado o fogo num dos sítios onde íamos passar na caminhada e ficássemos lá presos no meio das chamas e morrêssemos? Não seria um cenário assim tão descabido, seria mais uma questão de sorte. Ou azar, de estar no síito errado à hora errada.
Eu sei que isto dos incêndios e dos pirómanos é uma questão muito complexa e haverá muitos interesses e desequilíbrios mentais à mistura, mas ontem, devido a toda a envolvência de ter visto o fogo a começar, de irmos fazer uma caminhada para lá perto, de ter visto as avionetas a apagar o fogo, fiquei muito triste e revoltada.

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.



Cadernos.





sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Todos diferentes, todos iguais

Vocês também acham que todos os chás, independemente do sabor, depois de infundidos por muito tempo, sabem ao mesmo? Os sabores que têm acabam por desaparecer e eventualmente nota-se apenas que é chá preto, branco, vermelho, etc.
Acontece-me muitas vezes esquecer-me de tirar o saquinho e depois já nem sei qual era o sabor daquele chá, é so um chá igual aos outros todos..
Hoje acredito mais nesta teoria, depois de ter visto num chá novo que tenho a seguinte informação:



55555



Só para me armar


Não gosto de chiclas. Não gosto de rebuçados. Não gosto de chupas. Não gosto de gomas. Não gosto de marshmallows.
Era isso.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

The end of the world is upon us

Tenho achado estranho que estejamos em Agosto já e que nem andem muitos emigrantes por cá. Não tenho visto nem muitos carros com matrículas estrageiras nem muita gente a falar línguas estrangeiras que não os turistas. Hoje percebi porquê. Estão todos no outlet de Vila do Conde. Mas mesmo todos. Geez, aquilo lá parecia o fim do mundo. Se precisarem de ir lá, não vão. A sério, confiem em mim.

:(


Quero falar de avionetas, não porque é o assunto do momento, mas porque eu sou obcecada por elas há já muito tempo.
Costumo chamar-lhes as avionetas da morte. Sempre que ouço uma porcaria dessas voar por cima de minha casa fico a pensar que ainda cai em cima da minha casa e eu morro lá. Ou então fico com a casa toda destruída. Os famosos é que costumam ter muitos acidentes nisso, porque são ricos e têm avionetas e brevets e depois a tragédia acontece. A família Kennedy morreu praticamente toda por causa de acidentes com avionetas. Não sei se mais alguém repara nisso, mas estão sempre a haver acidentes. Avionetas que caem e provocam feridos, que morrem os tripulantes, avionetas que se despenham em cima de casas, etc. Desta vez foi na praia e matou duas pessoas pelo caminho.
Essas avionetas deviam ser proibidas. Proibidas. Ou então só podiam voar em sítios desertos. Assim, se se despenhassem, apenas morria a tripulação, que teria de assinar um termo de responsabilidade antes de entrar num desses aparelhos da morte e declarar que estava perfeitamente consciente dos riscos.

.--. .- .-. --- .-.. --- ...

Ter tatuagens é uma boa forma de distinguir os parolos das restantes pessoas. Não, não é ter tatuagens que faz as pessoas parolas (mas os parolos podem ter tatuagens). Os parolos são os que perguntam sempre qual é o significado das tatuagens. 'Ai que bonita. O que é que significa?' Pffffff. Não há paciência. As tatuagens não precisam de ter significado. Podem só ser desenhos bonitos de que gostamos, até porque no fundo são uma espécie de arte. Não estamos na II Guerra Mundial para termos de passar informações à Resistência em código para que mais ninguém perceba, ok? E mesmo que tenham significado, podemos nao querer partilhá-lo com ninguém, podem ser coisas pessoais. Parolos do mundo, parem de perguntarem essa parvoíce!

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Os Cinco


Os Cinco fazem 75 anos. Li os livros todos quando era criança, tenho a colecção completa. Um primo mais velho que tinha a colecção emprestava-me os livros para eu ler. Entretanto comecei a comprar os meus próprios livros e fiz a colecção de 21 livros, que exibia com muito orgulho. Quando ia ao Continente com os meus pais, uma vez por mês, trazia sempre um ou dois livros, conforme disposição dos meus pais e disponibilidade dos títulos. Lembro-me que estive muito tempo à espera de encontrar Os Cinco e os Aviadores para terminar a colecção, estava sempre esgotado, mas finalmente apareceu e completei a colecção.
Depois ainda tentei ler Os Sete, à semelhança dos autor do artigo, mas realmente não era a mesma coisa. Ainda assim era melhor do que Uma Aventura..., nunca gostei nada desses. Se calhar por ser uma cópia descarada e rasca d’Os Cinco. Nunca gostei de copycats.
Não me lembro do racismo e tudo o resto de que acusam a Enid Blyton, para mim eram só as aventuras de um grupo de crianças e seu cão. E foram livros muito importantes para mim. Foram os primeiros livros a sério (sem ser livros de historinhas com desenhos) que me recordo de ler com gosto, e provavelmente foram eles que me fizeram adquirir o gosto pela leitura.
Por isso, parabéns a Os Cinco e à Enyd Blyton e que continuem a incentivar o gosto pela leitura a muitas mais crianças e jovens.



Dúvidas

Dúvida da semana: terá havido algum curto período de tempo em que as molduras digitais tenham sido fixes? Para mim, sempre foram um fail desde que apareceram, nunca percebi a piada disso.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Genie in a bottle

E aquelas pessoas que dizem 'eu entrei para a faculdade com 17 anos' ou 'eu entrei para a escola com 5 anos', como se fossem génios sobredotados e superiores aos restantes mortais, mas que apenas fazem anos tipo em Novembro e as aulas começam em Setembro e por isso tem aqueles 1 ou 2 meses de delay?

To birken or not birken

Podemos levar as Birkenstock para o trabalho? São chinelos, no fundo, mas são chinelos de 60 euros, bem caros. E giros também.


segunda-feira, 31 de julho de 2017

PNL

Fiz um curso de PNL recentemente. Já tinha feito um há muitos anos e gostei e então decidi repetir, desta vez numa escola diferente, para aprender coisas diferentes.
É um curso muito giro, que nos ensina coisas muito úteis, como melhorar a forma como comunicamos, tentar perceber e melhorar a forma como os outros nos percebem, definir os nossos objectivos de forma correcta, compreendermos melhor os outros.
Eu sei que isto parece um bocado tanga, mas é muito interessante. Claro que têm de ter muito cuidado na escolha do curso. Tanto vos sai uma escola boa, como as duas que eu apanhei, como também vos pode sair uma seita. Há umas vertentes de PNL assim um bocado mais estranhas e que podem facilmente derrapar para o exagero. É quase tipo o yoga. Tanto pode ser muito giro fazer as posições e exercícios de respiração, como a seguir já estamos numa espécie de culto, a usar calças de hippie e rastas e a ser de esquerda.

Blackberry fields forever


Quando eu era criança, ia com os meus amigos a um campo perto da minha casa apanhar amoras. Tinha lá imensos silvados e cresciam amoras por todo o lado. Chegávamos a casa com a bacia cheia sempre.
Depois disso nunca mais me lembro de comer amoras, boas pelo menos. Já cheguei a comprar aquelas que se vendem nos supermercados em caixinhas mas não têm sabor nenhum, para além de serem caríssimas. Mas também nunca mais vi amoras em lado nenhum, se calhar porque não ando aí pelos matos onde há silvas que dão amoras.
Ontem fui fazer um trail e o que é que me aparece, mesmo no meu caminho? Montes de silvas carregadinhas de amoras, super maduras e com super bom aspecto. Tive de comer duas para provar, mesmo sem lavar, não resisti (em todo o caso, o que não nos mata, torna-nos mais fortes, não é?) e eram maravilhosas. Já estou a pensar ir lá de novo, munida de sacos, para apanhar todas as que puder e finalmente comer amoras que sabem a amoras.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Gostos não se discutem

As coisas de que eu gosto.




Cabras montesas.





Spinning

Ainda não falei dos fidget spinners e agora quase já nem se ouve falar disso, já nem se vê ninguém a usar. Mas mesmo atrasada, gostava de deixar a minha posta de pescada. A única coisa que tenho a dizer sobre isso é que me diverte imenso quando surge um brinquedo ou uma moda como esta e as pessoas começam logo a elaborar grandes teorias sobre isso e a lançar boatos. Disseram-me várias coisas, incluindo que uma criança morreu quando estava a brincar com um, pelos vistos porque engoliu uma peça; que foi inventado pela mãe de uma criança autista; e também que iam ser proibidos (adorava ver o governo a perder tempo a redigir uma lei sobre fidget spinners). Como disse, não sei se são verdade, diria que não, mas também não vou perder tempo a confirmar porque não me interessa (mas se a criança realmente morreu com isso é uma merda). E todas estas teorias servem para divertir pessoas como eu que não querem saber dos fidget spinners para nada e ficam admiradas ao perceber o tempo que as pessoas perdem a falar de um objecto sem importância.



quinta-feira, 27 de julho de 2017

Dúvidas

Dúvida da semana: normalmente os trails são patrocinados/organizados por clínicas dentárias e não entendo porquê. Será que as pessoas que fazem trails têm maus dentes e as clínicas viram aí um nicho de mercado por explorar? Ou é porque têm grande possibilidade de cair e partir os dentes e assim já têm onde os tratar?

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Queixinhas


Bem, parece que afinal alguém do Ministério da Administração Interna ou da PSP/Polícia Municipal/Brigada de Trânsito/whatever lê o meu blog. A ideia que dei há uns meses já foi posta em prática. Saiu uma app que permite aos utilizadores fazerem queixa de carros mal estacionados. Acho fantástico e vou ser uma utilizadora do serviço assim que sair uma versão para iphone. Pode ser que assim as pessoas deixem de ser preguiçosas e não deixem carros em segunda fila, em cima de passeios, etc. O problema é quase sempre a preguiça de pôr o carro mais longe e andar, não é tanto o não existirem lugares para estacionar, por isso para mim não têm desculpa. Estou ansiosa por experimentar!

Night of the Living Dead

E falando em planos e em zombies, vou partilhar convosco o meu plano para um apocalipse zombie: passar numa farmácia, que nessa altura já estará abandonada certamente, e sacar todas as bombas de asma que conseguir para conseguir sobreviver. Quando elas acabarem, em alguns anos se for muito positiva e poupada, eu morro, porque deixo de conseguir respirar. E vocês, têm algum plano de sobrevivência?

terça-feira, 25 de julho de 2017

Adeus, mestre!

Semana passada o George A. Romero, o mestre dos filmes de zombies, morreu. Não comentei na altura, até porque não soube no próprio dia, mas não quero deixar passar em branco. Adoro filmes de zombies e adoro os filmes dele.
Fica aqui o poster do Land of the Dead, um dos meus (vários) preferidos, assim em jeito de pequena homenagem.



Nham nham

Adoro aqueles flans industriais, de sabor a baunilha e com calda de caramelo. Aquilo deve ter zero de baunilha e caramelho, o sabor é super artificial. Quanto mais industrial melhor, não quero cá esses que têm sabor a ovo. Para isso, fazia em casa. Não tenho preferência por nenhuma marca, compro os que houver no supermercado onde for. Sinto-me tão culpada quando os como mas sabem-me tão bem... Adooorooooo!


segunda-feira, 24 de julho de 2017

#1000

Mil posts. É muita coisa. Quando comecei este blog, depois de ter parado com o Não Gosto, não julguei que me fosse aguentar tanto tempo. Se calhar até é isso que toda a gente pensa quando começa um blog, não sei, mas a verdade é que vão sempre surgindo assuntos, uns mais interessantes, outros menos. E é sempre bom termos um sítio onde podemos reclamar de tudo e de todos e continuar com a nossa vida. Sinto-me sempre bem quando venho cá desabafar sobre alguma coisa, tiro esse peso de cima de mim e posso seguir em frente.
That said, estou um bocado farta dos títulos dos posts. Isto de ter números é uma chatice porque tenho sempre de ir ver o post anterior para escrever o próximo. Assim sendo, agora vou começar a escrever o título que me apetecer. Números, palavras, frases, títulos de músicas, títulos de filmes, símbolos, sem título até, como eu quiser. Vai ser uma espécie de caos controlado. De vez em quando preciso de introduzir um pouco de caos na minha vida, eu que sou tão organizada e obcecada com ordem. Deviam ver a minha secretária no trabalho, um horror, tudo perfeitamente organizado, paralelo e perpendicular. De vez em quando ponho qualquer coisa fora do sítio propositadamente, introduzo esse caos controlado e simulado para parecer que estou a viver no limite. Não estou, foi tudo pensado.

#999

Coisas que me afligem: canetas que falham. Especialmente naqueles quadros brancos, quando as pessoas insistem em continuar a usá-las e já não se consegue ver nada. Usem canetas novas, pelo amor de Deus!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

#998

Adoro zoom. No pc, tenho sempre os icons e texto e browser e excel e todos os outros programas que uso com zoom. Adoro poder ler confortavelmente, sem esforço. Por acaso tenho um ligeiro astigmatismo, mas nem sequer uso óculos normalmente, Mas dá-me uma certa paz de espírito saber que não estou a esforçar a vista e a piorar. Descobri que o meu telemóvel também tem zoom e então é a loucura. Icons grandes, letras enormes... Estou mesmo feliz com isto.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

#997

Tipo de marcas que compram espaço publicitário no facebook:





Tipo de pessoas com quem estas campanhas resultam:



#996


O jornal espanhol El País avança que Portugal será o único país da União Europeia que descarta a hipótese de aplicar sanções à Venezuela caso o presidente Nicolás Maduro avance com a convocação de uma assembleia constituinte. (...) Já esta manhã, o Governo português desmentiu a informação.


Claro que desmentem essa informação. Estar do lado desse ditador assassino venezuelano é tão baixo, tão reles, que até os socialistas/comunistas têm vergonha de assumir isso publicamente, ainda que seja isso que fazem subrepticiamente, para estarem a salvo das críticas.
É uma vergonha. Tenho vergonha deste país.

#995

Um bocado no seguimento deste post e de como sou sempre a última a aderir ao progresso da tecnologia, fui informada recentemente de que o USB se tornará obsoleto em breve e que USB-C será o novo standard. Assim sendo, já formulei um plano: vou comprar muitas pens USB, assim quando deixarem de se usar e vender, eu continuarei a ter stock durante muitos anos, sem precisar de usar esse USB-C.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

#997

Sempre que faço alguma encomenda no ebay de artigos que vêm da China, recebo a confirmação do shipping pouco tempo depois. Imagino sempre que eles têm muitos chineses a trabalharem lá e que há um que é só responsável por ir logo a correr aos correios enviar as encomendas mal as recebem, assim super rápido e eficiente.

#994

Já agora, recuperando o tema das bolas de berlim, e vocês, preferem com açúcar em pó ou com açúcar em grão? Eu adoro com açúcar em pó mas é cada vez mais difícil de encontrar.

#993

Tenho uns sapatos novos que aproveitei para estrear hoje qee não está calor. E os sapatos... chiam. Sim, sempre que dou um passo ouve-se os sapatos a chiar. Então eu a andar pelo escritório sou tipo 'chiiii chiiii chiiii chiiii chiii'. Espero que seja por serem novos e que isto depois passe. Ou então se calhar era por isso que estavam tão baratos! Raios.

terça-feira, 18 de julho de 2017

#992


#991


Conheço várias pessoas que usam casacos ou camisas no Verão. Pessoas que são gordinhas, pessoas que têm apenas os braços gordinhos, pessoas que eram magras e agora são mais gordas, todas pela mesma razão, porque não se sentem bem a mostrar os braços. Eu sempre tive pena delas, achava que passavam sofriam imenso. Até porque uma amiga minha confirmou-me isso mesmo, que chegava o Verão e chegava o sofrimento de usar casacos sempre. Às vezes 30º lá fora e ela com o seu casaco de malha porque não gosta de ver os seus braços gordos. Até que fiz uma tatuagem no braço no Verão (eu sei, burra, não pensei), e tive eu também de usar mangas durante um mês. E aí sim, ainda senti mais pena dessas pessoas, porque senti na pele o que passavam, é mesmo uma tortura.
Pessoas, não vale a pena passarem por isso por vergonha. Se for uma questão de ter mesmo de ser por motivos maiores, pronto, tem de ser. Mas por vergonha não vale a pena. A sério, ninguém quer saber dos vossos braços. Parem de sofrer com o calor! Deixem esses braços à mostra! Vamos lançar o movimento #braçosamostraparatodos!

#990

Sempre que entro na (no ou na? Acho que escolho na, por agora) Netflix fico angustiada. Há imensos lançamentos, todas as semanas. Séries novas, novas seasons de séries que já existem, filmes e séries que já existiam mas que a Netflix conseguiu os direitos, há para todos os gostos. Isto quer dizer que cada vez tenho mais conteúdos para ver. Como isso me causa alguma angústia, acabo por não ir lá tantas vezes quanto poderia e vou ficando cada vez mais trás, tornando-se num ciclo vicioso. E quando vou, tenho de pensar muito bem no que vou ver, não quero perder o meu tempo com conteúdos fraquinhos, quero só o melhor. Um dia destes queria ver um documentário, mas tinha tantos que me interessavam que acabei por não conseguir escolher nenhum e não vi nada. Raios, Netlix, porque tens de ter tanta oferta? Longe vão os tempos em que havia meia dúzia de coisas boas para se ver. Este post é uma espécie de elogio e crítica, ao mesmo tempo, não me consigo decidir. Mas se tiverem tempo para ver muita coisa e/ou não se importarem de estar a perder muita coisa, a Netflix é um bom investimento, especialmente se arranjarem até mais 3 amigos que queiram partilhar, fica uma pechincha e deixam de ser dependentes da chatice de fazer download de torrents.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

#989

As coisas de que eu gosto.



Porta-chaves.


#988

Ainda não tinha arranjado um adjectivo que servisse para caracterizar na perfeição aqueles perfis conjuntos de facebook. Felizmente uma amiga minha encontrou um: tenebroso. Agora sempre que vejo uma dessas coisas penso 'ufff, tenebroso' e consigo continuar a minha vida sem a indisposição que isso me costuma causar.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

#987

Sempre que vou aos contentores deitar o lixo ou a reciclagem, fico sempre com uma certa sensação de perda. Tenho sempre medo de deitar a chave de casa junto com o lixo, e então asseguro-me sempre de que não tenho mais nada na mão para além do saco do lixo. Mas mesmo assim, fico sempre a sentir que deitei fora alguma coisa minha. Também sentem isto?

#986

Receita para filme de super heróis rentável:


1-imaginar um super herói merdoso qualquer
2-arranjar forma de meter no filme o Tony Stark/Iron Man
3-viver à custa dos lucros

quinta-feira, 13 de julho de 2017

#985

Quando leio o rótulo do protector solar e diz lá aquilo de repetir a aplicação 'after towelling', lembro-me sempre do Towelie do South Park.






#984

Durante dois anos, todos os dias a caminho do trabalho, tive que me desviar de duas tampas de saneamento fundas como um poço, uma a seguir à outra. Ainda bem que finalmente vamos ter eleições e subiram as tampas esta semana, e agora já não preciso de fazer uma gincana todos os dias.
Durante sete anos, fui para casa de um amigo numa estrada praticamente em ruínas. Nas eleições passadas não devia haver orçamento, mas finalmente chegou a vez dessa estrada ser arranjada.
Mas tenho para mim que os maiores beneficiados com isto das eleições autárquicas são os fabricantes de tintas. Nunca se vê tanta rua ser pintada como no ano que antecede as eleições.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

#983

Dúvida da semana: o que quer dizer sunset hoje em dia? Sunset para mim é o pôr do sol em inglês, mas ouço publicidade ao 'melhor sunset de sempre' e com o DJ não sei quê e acho que não nos estamos a referir à mesma coisa.

#982

Sempre que chegava à praia era uma canseira para pôr protector solar. Os primeiros 10 ou 15 minutos eram sempre gastos a cobrir minuciosamente todas as áreas do corpo com protector. O problema disto é que nunca sabemos muito bem onde é que o protector já foi aplicado, especialmente nas áreas perto do bikini, onde é mais normal que não fique muito bem espalhado e depois para ficar toda vermelha é um instantinho. E então lembrei-me de uma ideia vencedora: fazer um protector com cor que deixasse o nosso corpo colorido, para assim sabermos que zonas já estão bem protegidas e não é preciso pôr mais. Isso facilitava imenso esta tarefa.

terça-feira, 11 de julho de 2017

#981

Mesmo com tantas coisas à venda, julgo que o mercado não está saturado e lembrei-me de outras coisas que podiam vender na praia e fazer sucesso:

-bebidas - um básico. Tanto vendedor com bolas de berlim e nem um com água, para matar a sede insuportável com que ficamos depois de comer uma bola.

-café gelado: com tanta gente viciada em café em Portugal, julgo que muita gente iria aderir a esta forma de beber café, ainda que diferente.

-cigarros: outro vicío de que se podiam facilmente aproveitar, evitando que as pessoas tivessem que se deslocar ao café mais próximo. Aqui o problema julgo que seriam as margens de lucro, que são pequenas.

-guarda-sóis/cena para proteger do vento que não sei o nome: isto pode parecer estúpido, mas de certeza que iria ter sucesso em dias que as condições climatéricas mudam, por exemplo. Pessoas que vão para a praia com sol e depois apanham vento, se calhar compravam um coiso para não apanharem vento. E como é o Algarve, de certeza que há muito estrangeiro desprevenido que compraria um destes items.

-cenas para a praia: por exemplo, almofadas. Em certos dias, era gaja para pagar bom dinheiro por uma almofada, e não estar toda desconfortável com a cabeça no chão. Ou aquelas cadeiras de praia. Ou brinquedos para as crianças.


#980

Estar na praia onde estive era semelhante a uma ida ao centro comercial. A partir das 10h30, era como se as montras viessem até nós. A quantidade de coisas que se vendia lá... Fica uma lista, não extensiva, porque de certeza que me vou esquecer de alguma coisa, eram tantas.

-bolas de berlim
-mantas/toalhas de praia
-túnicas/vestidos
-óculos de sol/chapéus
-bikinis
-pulseiras/colares
-massagens
-esculturas em madeira
-tererés/tranças no cabelo

E havia vários vendedores de cada item, por isso estávamos constantemente a ser abordados por vendedores de tudo e mais alguma coisa. Quando não nos abordavam, tínhamos de ouvir os seus pregões pela praia fora. Ufa!

#979


sexta-feira, 7 de julho de 2017

#978

Os guarda-sóis na praia são um perigo. Vi imensos guarda-sóis a voarem e a centímetros de magoarem alguém gravemente. Um voou para cima do F. quando eu estava na água (sorte a minha) e o tipo que o foi buscar nem sequer pediu desculpa. Em dias de vento, aquilo é praticamente uma arma branca. Não sei se há algum registo de pessoas magoadas com guarda-sóis na praia, mas eu estava a viver no medo constantemente. Até me deitava mais vezes virada para baixo para não levar com um na cara, nas costas sempre deve doer menos. As pessoas que compram guarda-sóis deviam assinar uma declaração de responsabilidade a dizer que iam ter sempre muito cuidado a enterrá-lo na areia para que ele nunca voe e magoe ninguém e que, caso isso aconteça, assumem todas as responsabilidades. Odeio guarda-sóis!

#977

As coisas de que eu gosto.



Mimosas.




quinta-feira, 6 de julho de 2017

#976

Saiu uma app que dá para encomendar bolas de berlim na praia. Claramente as pessoas que lançaram esta app não frequentam a praia onde estive. Nunca passavam mais de 2 minutos entre a passagem de cada vendedor de bolas. Eram tantos que comprei cada dia a um diferente, para ajudar todos a ganharem dinheiro, e mesmo assim não consegui comprar a todos.

#975

Vi o trailer de um Planeta dos Macacos. Acho que nunca tinha visto nenhum. Macacos que falam, macacos que andam a cavalo... É demasiado para mim. Toda a suspensão da descrença que tenho não chega para ver este filme.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

#974

Dúvida da semana: os hotéis que têm Palace no nome são sempre caríssimos?

#973

A avaliar pelo que vi nos vários dias que fui à praia, em 2017 sou praticamente a única pessoa a usar bikini que não é fio dental. Até as velhinhas usam. Nada contra, mas eu não consigo sentir-me confortável a mostrar o rabo quase todo por isso vou continuar a usar os meus bikinis demodé.

terça-feira, 4 de julho de 2017

#972

Vi imensas pessoas na praia a usarem bikins com alças mas com as alças para baixo. Imensas, eu reparei nisso e todos os dias via muitas pessoas nessas figuras. Não seria mais fácil comprarem logo um bikini sem alças, já que não as querem usar? Assim evitavam andarem ali com os fios ao dependuro.

#971

Ontem fui ver os Transformers. Tão fraquinho. Desta vez, nem pelos robots valeu muito a pena. Só aparecem três dos filmes anteriores e estão um bocado diferentes. Se calhar foram ao SPA dos robots e fizeram pequenas cirurgias estéticas. A história está cada vez mais fraca, sempre a diminuir de qualidade desde o primeiro filme, numa espécie de cópia manhosa porque vai sempre dar tudo ao mesmo. Entra o Anthony Hopkins a fazer de Anthony Hopkins. Salvou o filme o Bumblebee, que é o meu preferido e teve imenso tempo de ecrã. E o Optimus Prime no fim. Mas é óbvio que se houver um quinto filme (que deve haver, já ficou no fim uma porta aberta para isso) eu vou ver na mesma. É tipo Resident Evil, sempre a piorar, saio do cinema sempre com aquele sentimento de desilusão a cada filme novo mas caio sempre na esparrela.

#970

Ontem morreu o Medina Carreira. Só soube ao final do dia e fiquei muito triste. Não costumo ficar triste com mortes de celebridades, porque são pessoas que eu não conheço e não me fazem diferença na verdade, mas eu nutria uma grande simpatia por este senhor. Gostava muito de ouvir os seus comentários políticos, achava sempre que era das poucas pessoas lúcidas em Portugal. Não sabia que estava doente, não tenho acompanhado muito ultimamente os seus programas no cabo. Ontem quando vi a notícia fiquei mesmo triste, foi uma grande perda. Agora ficamos com um lugar de pessimista vago.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

#969

Voltei! Estive de férias, não vos abandonei. Estou de volta ainda mal disposta e resmungona, ainda mais porque para começar bem a semana parti o frasco das bolachas hoje de manhãzinha. E estava muito trânsito quando vim trabalhar, anormal para a altura em que estamos parec-me, em que toda a gente está de férias. E vontade de trabalhar é zero, mas tenho tanta coisa para fazer... *sigh* Isto amanhã já deve normalizar. Contem com resmunguices e constatações relacionadas com as férias, nos próximos dias.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

#968

http://observador.pt/2017/06/22/este-ano-e-proibido-lancar-baloes-de-sao-joao-gondomar-quer-proibicao-permanente/


Parece que os senhores do governo finalmente tiveram coragem para fazer o que já deviam ter feito há muito tempo. Já é sabido também que vai haver muita gente a revoltar-se e a dizer mal, mas ninguém quer saber desses velhos do Restelo. A tradição já não é o que era e temos que nos adaptar. Se esta é uma tradição que pode causar incêndios que queimam matos, floresta, casas e até pessoas, porquê insistir nisto? Mandem balões com LEDs, como já vi sugerido em algum sítio.


Vá, bom São João a todos, e sem balões, já sabem!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

#967

O ar condicionado esteve ligado anteontem o dia todo no escritório. Nem costumo ser dessas pessoas que se incomodam com isso, até porque de facto estava muito calor, mas durante a tarde já estava a sentir a garganta a doer-me um pouco. Não pedi para desligarem, pois ninguém quer ser a pessoa que pede para desligar o AC e ficar a ser odiada por todos, não é? A dor de garganta continuou no dia seguinte e ontem à noite estava a sentir-me um pouco doente. Hoje vim trabalhar, mas estou cheia de ranho, as dores de garganta continuam, sinto-me até um pouco mole e adoentada. Devia ter ficado em casa, na cama, a entregar-me à doença e cheia de auto-comiseração, a beber chá e dormir o dia todo.

#966




Nada como uma pá dobrável, que podemos transportar facilmente connosco na carteira, para aqueles dias em que matamos alguém sem contar e temos de enterrar o corpo. Obrigada, Tiger.

#965

Dei por mim a pensar como eram algumas coisas há uns anos atrás, sem internet. Comprar um carro, por exemplo. Hoje em dia podemos ir aos sites e ver logo fotos do carro e descrição de todas as características. Antes não víamos imagens nenhumas, tínhamos apenas acesso a anúncios em jornais, pequenas descrições sobre os carros que tínhamos depois de ir ver ao vivo.
Anúncios de emprego, por exemplo, outra das coisas que está muito diferente. Conseguimos fazer pesquisas específicas para as posições que queremos e enviar o CV com um clique. Antes tínhamos de ler o jornal de ponta a ponta e depois enviar cartas com CVs em papel pelo correio.
E ir a sítios apenas com mapas, sem GPS? Toda uma realidade que não consigo nem imaginar.
Obrigada, internet, pelas coisas boas que trouxeste.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

#964

É curioso como o ser humano se envergonha de funções naturais do seu corpo, como a barriga a roncar de fome, ou fazer cocó ou arrotar, coisas fisiológicas que não controla, e não se envergonha de traços de carácter como a mentira, a inveja ou a maldade, características sobre as quais tem poder para controlar e até para mudar.

#963

Dúvida da semana: afinal a Pierre Cardin é uma marca premium ou não? Eu tinha ideia que era mas depois vejo mantas e toalhas da Pierre Cardin à venda no Espaço Casa e fico confusa.

terça-feira, 20 de junho de 2017

#962

Há um efeito muito curioso que acontece no meu local de trabalho: eu trago fruta fresca de casa, de manhã, numa lancheira, para o lanche. Deixo a lancheira na minha mesa, aberta, para entrar ar. Quando vou lanchar por volta das 17h, já essa fruta está praticamente podre. Isto quer dizer que quase todos os dias eu como kunami (quem nao souber o que é, que faça uma pesquisa no google por kunami e gato fedorento).

#961

As coisas de que eu gosto.


Elefantes.




#960

Ainda sobre o incêndio em Pedrógão, para quem quer ajudar, gostava de deixar aqui um apelo para não o fazerem através daquelas linhas telefónicas criadas pelas televisões e fazê-lo antes através do depósito em conta ou transferência para as contas dos vários bancos que também estão a ajudar, como a CGD, o Montepio, Novo Banco, etc.
O problema dessas chamadas é que a chamada custa cerca de 75 cêntimos aproximadamente, mas apenas 50 cêntimos são para ajudar realmente. O resto do dinheiro será para pagar a comissão das operadoras e ainda o IVA. Pode não parecer muito porque estamos a falar de cêntimos, mas se virmos por exemplo em 1000€, serão cerca de 200€ para o custo do IVA que vai para o Estado, cerca de 150€ que serão para taxa das operadoras, sendo menos de 700€ para ajuda propriamente dita (contas redondas).
Já se depositarem dinheiro nas contas bancárias criadas para o efeito julgo não haver nenhum imposto devido, mas também não tenho a certeza absoluta. Pelo menos não pagam IVA nem comissões telefónicas.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

#959

Não há muito mais a dizer sobre o fogo que ainda arde em Pedrogão e terras vizinhas. Já muito foi dito, já tudo foi dito. É uma tragédia, é lamentável, é impensável. Perderam-se várias vidas de uma forma horrível, tenebrosa, nem consigo imaginar. E tentando ultrapassar isso tudo, também não consigo imaginar como os que sobreviveram vão viver ou sobreviver a partir daqui. Muitos perderam tudo ou perderam muita coisa, construída ao longo de uma vida. Eu não sei se teria coragem para recomeçar, iria sentir-me completamente perdida. Não sei se as ajudas que falam são para devolver as casas, os carros, as máquinas de trabalho, e tudo o resto às pessoas. Sinceramente não sei como funciona isso, não sei o que as ajudas englobam. Custa-me pensar como estarão estas pessoas daqui a uns meses, daqui a um ano. Porque daqui a uns meses já ninguém fala disto. Como nao se fala das vítimas dos incêndiso na Madeira do ano passado, nas vítimas das enxurradas da Madeira de há uns anos, cai tudo no esquecimento, mas essas pessoas continuam a viver, provavelmente com mais dificuldades do que antes, com mais mazelas ou traumas psicológicos.
É tudo muito triste e difícil de aceitar e digerir.

#958

Tenho um destes suportes para portátil do Ikea, para usar no sofá:






Poucas vezes o usei para esse fim. Mas é uma cama de gato fantástica. Está na mesa da sala virado ao contrário e os gatos adoooooram dormir lá!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

#957


#956

O Marco é tão invejoso que quando está a comer põe a pata em cima da tigela da ração para a Mimi não pensar em ir lá também.

#955

O Marco é tão invejoso que quando vê a Mimi a dormir em algum sítio vai ferrá-la para ela sair e ir ele para o sítio onde ela está, mesmo que só lá esteja uns minutos e depois vá embora.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

#954

Há pessoas que nos tiram do sério. Que só de ouvirmos a voz delas nos apetece desatar a bater-lhes. Que todos os comentários nos causam raiva. Que por mais que nos esforcemos para as ignorar, nos causam urticária, nos mexem com os nervos. Que o mero facto de existirem nos causam transtorno. Trabalho ao lado de uma dessas pessoas. Se eu deixar de escrever aqui inexplicavelmente, é porque fui presa por agressão.

#953

O Marco é tão invejoso que, quando eu estou com a Mimi ao colo, ele começa a andar à minha volta, a miar desesperadamente para eu pegar nele. Quando a ponho no chão, ele vai-se embora.

terça-feira, 13 de junho de 2017

#952

Neste momento estou a ouvir música com phones e a carregar o iphone. Ao mesmo tempo.Se eu tivesse um iphone 7 não podia fazer isso, porque não há entrada jack e certamente já teria perdido aqueles phones minúsculos sem fios. De certa forma, ainda bem que sou pobre.

#951

O Marco é tão invejoso que quando a Mimi quer ir comer ele vai para a beira da tigela da comida e fica lá ao lado, sem comer, só para ela não ir para lá.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

#950

Devíamos dar às pessoas importância semelhante à que nos dão. Acho que o mais comum é sentirmos que as pessoas são mais importantes para nós do que nós para elas. E nem falo de relações amorosas. É muito fácil termos este sentimento com um/a amigo/a, quando somos nós que ligamos sempre e achamos que estamos a dar muito mais, a importarmo-nos muito mais do que a outra pessoa. Como damos tanta importância a estarmos juntos e a fazermos coisas juntos, quando os outros nem sequer querem saber assim tanto. É claro que o contrário também acontece, há pessoas a quem nós não ligamos tanto e que sentem o mesmo em relação em nós, que somos a parte que investe menos na relação.
Devíamos ter uma espécie de barómetro da importância e só gostar das pessoas o quanto elas gostam de nós. Dar-lhes a mesma importância que nos dão a nós, nem mais, nem menos. Assim ninguém acharia que está a dar mais de si do que devia.

#949

O Marco é tão invejoso que quando a Mimi quer subir as escadas para ir para o sótão, ele fica lá no meio só para ela não passar. É uma espécie de guardião das escadas.

#948

Esta semana vou fazer uma série de posts chamados 'O Marco é tão invejoso que...'. São posts dedicados ao gato Marco que é muito invejoso com a gata Mimi e basicamente estes posts mostram o seu comportamento reprovável. É uma espécie de humilhação pública para ver se ele se redime.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

#947

O sentido de humor é uma barreira à intimidade.
Por amiga psicóloga da Maat.

#946

No fim de semana passado fui a um trail. E vi uma coisa muito estranha. Estava um carro parado lá no meio do mato, uma espécie de bidão a deitar fumo no chão lá perto e dois homens com aqueles fatos brancos tipo de laboratório ou de astronauta, todos tapados, com capacete e tudo. Eu achei aquilo muito suspeito e achei logo que deviam estar a fazer drogas. Tipo no Breaking Bad, a fazerem crystal meth. Já estava até a pensar cumprir o meu dever enquanto cidadã e ligar para a polícia a reportar o que tinha visto. Entretanto depois do trail perguntei a um amigo que também tinha ido se os tinha visto e ele disse-me que eram apicultores. Eu com grandes dramas e afinal eram só senhores que iam roubar mel às abelhas. Bah.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

#945

Todas as pessoas que conheço que vão para o Algarve conhecem alguém que tem lá casa e nunca pagam nada pela estadia. E não estou a exagerar. Estive a pensar exaustivamente em toda a gente que conheço que vai para o Algarve e não me lembro de alguém que tenho pago para ficar lá. Há sempre uma tia, um amigo, uns sogros, uns amigos dos pais que têm casa e que está disponível em alguma semana do Verão. Eu se quiser ir tenho sempre de pagar. Claramente tenho de começar a escolher melhor as pessoas com quem me dou.

#944

Só para terminar a saga de ontem, ainda apanhei mais não sei quantos acidentes quando ia para casa ao fim do dia, e reparem que eu ainda estive a tratar de coisas a empatar para ir mais tarde e passar a hora do trânsito e mesmo assim demorei quase uma hora a chegar a casa quando chegaria em 20 minutos. E depois em casa ainda espalhei um bom bocado de um saco de ração no chão e tive de apanhar tudo à mão porque sou pobre e não ia deitar aquilo tudo ao lixo, naturalmente.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

#943


#942

Hoje apanhei trânsito bastante antes do sítio de onde costumo apanhar. E estava assim tudo muito compacto. Liguei para a linha de trânsito e disseram-me que houve um acidente cedo na VCI que ainda não estava resolvido e que toda a cidade estava mergulhada no caos. E eu lembrei-me de um comentário que alguém fez: o Porto é uma pescadinha de rabo na boca. Basta haver alguma coisa em algum lado e fica logo tudo parado, na cidade toda. Demorei imeeeenso tempo a chegar. Mas não se esperava outra coisa, de resto, é quarta-feira.

#941

quarta-feira
substantivo feminino
1. O quarto dia da semana, depois de terça-feira e antes de quinta-feira. = QUARTA
2. Dia em que tudo de mal acontece à Maat.

terça-feira, 6 de junho de 2017

#940

Ontem tive uma formação durante a manhã. A sala estava tão fria que na última hora eu já não consegui prestar atenção a nada do que se passou, só estava a tentar sobreviver à hipotermia. Eu nem sou desses pessoas que tem sempre frio, pelo contrário, mas quando a formação acabou eu já não conseguia mexer bem os dedos e quase que aposto que tinha os lábios azulados. Fui directa para o carro, que estava ao sol, e fui assim naquela estufa o caminho todo até ao restaurante para recuperar o calor corporal.

#939

Alças de soutien. Podia escrever um ensaio inteiro acerca de alças de soutien e como as odeio. Mas para não vos maçar, vou deixar aqui a versão muito resumida. Odeio alças de soutien, que ora estão apertadas, ora estão largas, ora caem, ora fazem marcas nos ombros. Para não falar do incómodo que é se queremos vestir um top que tem umas costas mais decotadas ou obros mais cavados e as alças ficam todas à mostra. Estou a pensar seriamente em comprar só soutiens sem alças a partir de agora para resolver este problema de vez.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

#938

Lembram-se de vos ter dito que não estava preparada para lidar com a situação do meu disco rígido, que caiu e aparentemente deixou de dar? Pois, eventualmente tive de lidar com isso e confirmei que tinah perdido tudo o que estava no disco. Por sorte tinha backup de cerca de 80% das fotos e das músicas numa partição no computador, mas tudo o resto foi-se. O resto das fotos que não tinham backup, vídeos, documentos, etc.
Conselho: mantenham sempre cópia de tudo, em dispositivos variados.
Constatação: o preços dos dispositivos de armazenamento ainda é muito elevado. Já não bastava ter ficado sem os conteúdos, agora também vou ter de gastar uma fortuna num disco novo!

#937

Vai sair o Transformers 4! Não sabia que ia haver outro filme e descobri que estreia já daqui a duas semanas e estou muito contente. É um dos meus guilty pleasures. Eu sei que não são grandes filmes, com histórias complexas e inesquecíveis, mas, caramba, são robots gigantes que se transformam em carros! O que mais podemos querer? Não sei se são ainda vestígios da minha infância, em que os Transformers eram dos meus desenhos animados preferidos, mas eu adooooooro os filmes, o Optimus Prime, o grande líder, e o Bumblebee, super fofo e o meu preferido. Avizinham-se cerca de 3h de pura diversão!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

#933


O que se passa na Venezuela é surreal. Acho que já nem se pode dizer que o país está em falência, o país está prestes a acabar. A situação da escassez de bens, pessoas sem comida, sem electricidade, sem bens essenciais, e agora os protestos em que vergonhosamente as pessoas estão a ser mortas porque protestam. Estava a acontecer esta vergonha e ninguém intervinha, não entendo isso mas certamente haverá motivos políticos e interesses, como sabemos. Como se tudo isso já não fosse suficiente, agora a (eu gosto de dizer "a" e não "o") Goldman Sachs compra dívida da Venezuela e mete lá uns milhões para ajudar aquele ditador. O que se passa com o mundo? Que a Goldman Sachs era uma das muitas encarnações do mal da Terra já se sabia, mas agora estão mesmo a meter os corninhos e o tridente à mostra. Não consigo perceber isto, se calhar não estou suficientemente dentro do contexto para perceber. Precisava que me explicassem como se tivesse 8 anos. Não há petróleo lá, não interessa a ninguém ajudar, é isso? Mas agora não só não se ajuda como ainda se mete mais umas achas para a fogueira. Incompreensível.

#932

É raro hoje em dia alguém agradecer no trânsito quando cedo passagem. Muito de vez em quando alguém lá dá quatro piscas mas são muito poucos os casos. Diariamente deixo passar pessoas à minha frente e nada, é como se eu tivesse feito somente a minha obrigação. E é verdade que devemos deixar as pessoas passar, senão ficam paradas para sempre nos estacionamentos e cruzamentos, mas ninguém nos obriga a isso. E mesmo que o façamos, era bom ter alguma simpatia de volta, não? E antes as pessoas agradeciam, eu lembro-me. O que aconteceu entretanto?

terça-feira, 30 de maio de 2017

#931

As pessoas exageram sempre as suas competências. Basta ver o nível de inglês nuns quantos currículos e depois nas entrevistas falar um bocado com as pessoas em inglês e perceber que estão uns dois níveis abaixo pelo menos. Com o excel é igual. São sempre magos do excel mas depois não sabem fazer fórmulas básicas. E eu incluo-me de certa forma neste grupo, vou fazer os cursos mas passado uma semana já não me lembro de metade das fórmulas. Mas tenho apontamentos, ok? Tenho apontamentos.

#930

Cá estamos para mais uma terça-feira, o pior dia da semana em termos de cansaço. Nunca mais chega amanhã, quarta-feira, o dia em sempre tudo de mal me acontece. Como podem ver, estou super animada.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

#929

Eu sei que este asssunto está muito batido já, mas preciso de me queixar um pouco do tempo para tirar isto do meu sistema. Está calor, muito calor e no dia seguinte está a chover. Depois trovoada e mais calor. Não consigo lidar com isto. O meu cérebro não consegue processar as mudanças tão rapidamente quanto devia. Depois acontecem coisas tipo estarem 30 graus e eu andar de calças de ganga, sapatilhas e meias e uma tshirt e morrer de calor. Porque no dia anterior este outfit era perfeitamente adequado ao tempo que fazia, mas no dia seguinte já não, porque é como se fosse outra estação já. Finalmente percebo que está calor, sim senhor, posso vir mais à vontade, e venho com roupa a menos porque no dia seguinte volta a estar mais fresco e chuva. Não consigo. Preciso de alguma estabilidade e mudanças suaves, para me habituar aos poucos. Quando eu começo a usar sandálias, depois não consigo voltar atrás e calçar sapatilhas, é sandálias o resto do verão. Só problemas.

#928

Confiar na intuição ou não? Será que as mulheres têm mesmo um sexto sentido? Eu não costumo acreditar em nada dessas coisas, histórias de fantasmas, visões, pessoas que têm poderes ou alguma coisa parecida que tenha alguma característica sobrenatural não me convence. No entanto, às vezes acredito na intuição, numa certa capacidade de perceber instintivamente que algo está bem ou está mal. Há pouco tempo recusei uma proposta de trabalho que tive, melhor do que a que tenho actualmente, porque tive uma sensação de que algo não batia certo. Mão sei bem o quê, não consigo explicar, se calhar nunca vou conseguir, mas sentia que não estava certo. Não sei se era o meu subconsciente a dizer-me que eu não ia gostar de trabalhar lá ou se eu achava que ia acontecer alguma coisa de mal à empresa, sei lá, ir à falência ou despedirem toda a gente passado um ano, não consigo explicar. Senti que não era a coisa acertada a fazer, apesar de ser uma coisa que eu queria, ou achava que queria, e por isso recusei. Agora só o tempo dirá se estava certa ou não.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

#927

Telefonista acusado de gastar 450 mil euros de instituto público em chamadas pessoais


Nem que eu ligasse a toda a gente da minha lista telefónica não conseguiria gastar todo esse dinheiro num ano. Nem que inventasse muitas mais chamadas para fazer, tipo ligar para lojas e saber se têm stock de um produto, ligar para restaurantes e saber os pratos do dia e fazer reservas/encomendas, ligar para hospitais para marcar consultas, ligar para oficinas e pedir orçamentos e verificar disponibilidade, ligar para sítios para fazer reclamações, ligar para sítios variados para pedir informações sobre os serviços, sei lá, de momento não me lembro de mais nada que eu pudesse precisar de fazer através de um telefone.

#926

Gosto de usar pijamas descoordenados. Faço questao de nunca usar a parte de cima e a parte de baixo do mesmo pijama ao mesmo tempo. Com os bikinis é igual, nunca ando com o conjunto completo. Pancas.

terça-feira, 23 de maio de 2017

#925

Ando com pouca inspiração, com a fúria da estrada, com sono permanente porque agora entro mais cedo, por isso vão ter de levar com mais gatinhos para ver se isto melhora um pouco.





#924

Leitores, preciso da vossa ajuda. Quem é que já foi à Madeira? Preciso de dicas. Dois dias são suficientes para ver as coisas mais importantes? O que é que se tem mesmo de visitar? Qual é a zona mais fixe para se ficar hospedado? Os transportes públicos são bons ou é preciso alugar um carro para nos conseguirmos deslocar?
Estava a pensar ir lá um fim de semana, mais no final do verão, agora que a Easyjet voa para lá, mas não quero gastar muito dinheiro e precisava de saber estes pormenores para saber se vale a pena pensar nisso ou não.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

#923

Apesar de a Toyota ser a minha marca preferida de carros, o serviço deles de assistência, pós-venda, oficina, etc. ser impecável, os carros serem muito fiáveis, robustos, etc., tenho de dizer aqui que os consumos que anunciam para o Yaris a gasóleo são mentira. Todos sabemos que nunca se conseguem os consumos anunciados pelas marcas porque são sempre medições feitas em condições óptimas e nós nunca temos essas condições, mas os consumos reais normalmente costumam ser apenas um pouco mais altos. Para o Yaris, a Toyota anuncia consumos de 3,5 a 3,9 l/100 km e isto é completamente irreal. Eu, que até costumo ter uma condução económica, nunca consegui fazer menos de 5,5 l/100 km, a poupar. Com condução normal vai para o 6,0. É uma diferença de quase 2 litros, e se virmos em percentagem é cerca de mais 51% do que o anunciado! Já experimentei três Yaris diferentes a gasóleo e nunca consegui baixar dessa média. O F. também conduziu esses carros e ele ainda faz médias mais altas, tipo 5,8 a 6 litros. Gostava de saber se há alguém que consiga fazer os consumos que a Toyota anuncia pois parece-me impossível, só se andarem sempre em descidas. No modelo anterior do Yaris sim, fazia médias de 4,7 litros, com um consumo anunciado de 4 a 5,5 l/km, por isso batia certo. Acho que agora exageraram. Ou então os carros em que andei têm graves problemas.

#922

As segundas-feiras são difíceis. Que o diga um colega que está sentado perto de mim que adormeceu na secretária agora mesmo. Ouvi ressonar e olhei. Tough weekend!

sexta-feira, 19 de maio de 2017

#921

Passo por muitos carros de escolas de condução em sítios sossegados, tipo urbanizações onde passam poucos carros ou ruas mais paradas. Julgo que para praticarem mais à vontade. Mas isso não me parece ser um grande método. Eu tirei a carta numa escola de condução mesmo na Rotunda da Boavista/Avenida da Boavista. A primeira vez que liguei o carro fui logo atirada aos lobos. E andava sempre em sítios do género, Boavista, Campo Alegre, Foz, Porto, sítios com muitos carros, muito trânsito, muitas filas, muito tudo. Tinha uma desvatagem que era passar algum tempo parada nas filas mas a grande vantagem é que depois de andar ali no meio tudo me parecia muito mais fácil, nunca tive medo de ir a lado nenhum. Quem anda em estradas sem carros e sem trânsito, até pode aprender a conduzir muito bem, mas depois é normal acontecerem aquelas situações em que as pessoas têm medo de levar o carro para o meio do trânsito porque não estão habituadas. Não sei bem o que temem, no fundo, são só carros, mas pronto, percebo um pouco a dificuldade que lhes possa parecer, já que nunca foram para sítios tão movimentados e para quem tem carta há pouco tempo pode parecer muito complicado.

#920

Eu acho que posso já ter dito isto, mas não gosto do Principezinho. As pessoas andam aí a partilharem citações, é o livro preferido de muitas delas (se calhar porque nunca leram outro) e até há merchandising agora. Mas foi um livro que nunca me disse nada. Será que não tenho sentimentos?

quinta-feira, 18 de maio de 2017

#919

Sabem aquelas pessoas que acham que são engraçadas e estão sempre a dizer piadas? Que não conseguem falar 5 minutos seguidos sem dizer a sua gracinha? Odeio-as. E percebi que também sou um pouco assim por isso odeio-me também.

#918

Odeio ir à casa de banho a meio da noite e que a porta esteja fechada, porque quase sempre vou contra ela. Deixo sempre a porta aberta para depois poder entrar à vontade, porque vou às escuras. Quando por acaso fica meia aberta, é certinho que se for lá à noite vou mandar-me contra a porta. Grrrr.

#917

As marcas agora estão sempre a lançar modelos novos de carros. Eu diria que quase a cada 2 anos sai um modelo novo de um carro já existente. Basta ver o Opel Astra, por exemplo, ou o Renault Clio. Se eu gastasse dinheiro num carro novo, iria ficar muito chateada se passado dois anos ou menos, depende da altura em que a compra tivesse sido feita, o meu carro já estivesse desactualizado e tivesse também desvalorizado, pois já não era o modelo corrente.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

#916

Aquelas conversas do 'tens de ultrapassar os teus limites' e 'superaste-te a ti mesma' dão-me vómitos. Parece que as pessoas andam a ler livros da tanga de auto-ajuda e põem-se a regurgitar essas merdas que não significam nada pela boca fora.

#915

Para receber dinheiro, toda a gente tem imensa pressa. Temos prazos para fazer pagamentos e ai de nós se pagamos o que for depois do prazo. Já aumenta o preço e mais não sei o quê. Para depois receber reembolsos é que é o caraças. Para isso não há prazo nenhum nem já ninguém tem pressa. Ando há 5 semanas a tentar receber o reembolso de 2 eventos que não fui por causa da viagem em trabalho que tive e nada ainda. Mando emails semanais e dizem sempre que vão tratar, mas dinheiro na conta nem vê-lo. Até posso não receber nunca mais o dinheiro, afinal não é um valor assim tão alto, mas vou continuar a aborrecê-los para aprenderem que não é assim que se faz. E claro, vou enxovalhá-los sempre que possível e nunca mais vou aos eventos deles.

terça-feira, 16 de maio de 2017

#914


#913

Gressinos. Grissinos. Grissínios. Grissinis.

#912

Gosto muito de ver memes com as diferenças das relações no início e depois de alguns meses. Mas em todos os memes que já vi, há um que nunca apareceu: é quando os homens no início da relação dizem 'wow, és tão diferente', que uns meses depois se transforma em 'foda-se, és mesmo louca' e fogem a sete pés. Conhecem?

segunda-feira, 15 de maio de 2017

#911

Dúvida da semana: será que existe alguma excepção no código da estrada que diga que os veículos pesados (camiões e camionetas) têm de fazer as rotundas todas por fora, mesmo que as vão contornar até ao fim? É que todos os dias vejo isso acontecer e me pergunto se eles têm a sua própria versão do código.

#910

Nos aeroportos, os parolos de óculos de sol na cabeça são sempre portugueses.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

#909

O segredo para nos sentirmos magras é comprar roupa larga. Tenho uma camisola que claramente comprei o número acima, porque as mangas até me ficam quase a tapar as mãos, mas sinto-me sempre tão magra quando a uso, com todo aquele tecido a mais!

#908

Em algumas casas de banho públicas há imensos mecanismos para as pessoas não tocarem em nada e não apanharem micróbios umas das outras: as torneiras ligam-se sozinhas, os secadores são automáticos, dá para descarregar o autoclismo com o pé. Mas depois chegamos à porta para sair e temos de puxá-la com as mãos. Não é uma contradição? Não devia abrir sozinha ou pelo menos para fora, para podermos empurrar com os pés e não tocarmos em nada?

quinta-feira, 11 de maio de 2017

#907

Para cada acção que nos traz algum benefício há uma acção oposta que nos deixa praticamente no ponto de partida. Veja-se o caso simples do reembolso do IRS. Tão facilmente recebemos o dinheiro como acontece qualquer coisa com o carro e temos de gastar esse dinheiro para o arranjar. Ou tão facilmente (not) emagrecemos 2 kg como a seguir vamos para o Estados Unidos comer doses XXL e engordamos de volta. Easy come, easy go.

#906

Para mim o Festival da Eurovisão é uma cena dos anos 80, início dos 90. Morreu aí, nunca mais liguei a isso, nem me lembrava que isso ainda dava. Por isso, não entendo bem todo este circo à volta disso.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

#905

Ontem dei por mim a passar pelos carros e a achá-los todos muito pequenos, mesmo carros maiores tipo Mercedes e BMW. Para quem vem dos US, onde só se vêem carros gigantes, pick-ups (ainda não percebi qual é a cena deles com as pick-ups, mas na cidade onde estive eram quase 50% do parque automóvel) e carrinhas enormes, os carros portugueses parecem de brincar. Aliás, tudo lá é grande: os carros, as estradas, as doses de comida, as embalagens de coisas nos supermercados, tudo.

#904


#903

Em conversa com uma amiga, referi que nunca tinha ido a uma casa de banho de um avião e ela ficou muito surpreendida. Não acho nada de especial. Vou sempre antes de entrar e tento suportar até ir embora. Em viagens grandes é mais difícil, mas tenho conseguido. Confesso que estive quase a ir na viagem de regresso, que durou mais de 11 horas, as últimas 2 horas já estava bastante aflita, mas consegui aguentar até ao aeroporto. Ainda por cima um voo de 11 horas, com quase 300 pessoas, no final da viagem... digamos que não devia ser uma experiência muito agradável ir àquela casa de banho nessa altura. Agora poso dizer-lhe que fiz mais 5 voos e que mais uma vez não usei a casa de banho do avião. Yeah!

terça-feira, 9 de maio de 2017

#902

O puxe e o empurre nas portas são sempre tão difíceis. Mesmo em inglês, nunca sei o sentido correcto. E estou ali a forçar a empurrar quando bastava puxar. E não sou só eu, por isso não era mais fácil usar antes umas setas para as pessoas saberem o que fazer com as portas e perceberem facilmente o sentido da abertura?

#901

Não costumo dormir muito em aviões, só adormecer levemente e durante pouco tempo, mas odeio que isso aconteça porque não quero perder nada grátis. Numa das vezes acordei quando tinham acabado de distribuir o jantar e como vi as pessoas a comerem, consegui pedir logo para me trazerem. Mas se acordasse meia hora depois nem sabia que tinha havido jantar e ficava sem nada. Devia haver um botão para escolhermos que queríamos ser acordados quando passassem a distribuir comida.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

#900

Na mesma linha, também não fui viajar porque não pus nenhuma foto nem fiz nenhum comentário acerca disso no facebook. Semana passada era um fartote com toda a gente a mostrar onde tinha estado no fim de semana prolongado. Só o que está no facebook é que é verdade. As redes sociais são muito engraçadas.

#899

Antes disso, gostava de assumir aqui publicamente que pelos vistos não gosto da minha mãe porque não fiz nenhum post no facebook a dizer que gosto muito dela. Acho que isso é uma prova irrefutável de que não tenho sentimentos, não é?

#898

Voltei. Estive a viajar por isso perdoem-me os próximos posts sobre isso, já se sabe como é que é.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

#897


#896

Se vocês tivessem um negócio que dependesse de terem clientes e de os clientes estarem satisfeitos, o que preferiam? A) que um cliente que não estivesse satisfeito reclamasse com o serviço e que tivessem a oportunidade de corrigir o que eventualmente fizeram mal ou explicar porque o fizeram e que o cliente compreendesse e voltasse a usufruir dos vossos serviços ou B) que o cliente não dissesse nada e se fosse embora insatisfeito com o vosso serviço e nunca mais quisesse voltar e inclusivamente desse más referências do vosso negócio às pessoas com quem falasse?
Eu sei que sou uma resmungona e se algo não me agrada lá estou eu para reclamar, quando acho que é isso que deve ser feito, mas se as coisas forem resolvidas da melhor maneira, não guardo rancor. Agora se eu optar pela abordagem passivo-agressiva e ficar calada, aí de certeza que não vou voltar, porque as coisas não vão ficar resolvidas. Eu faço o que gostaria que fizessem comigo, que é, ao reclamar, dar uma oportunidade às pessoas para remediar um erro ou explicarem porque esse erro foi cometido.
Julgo que cheguei a contar um episódio de uma farmácia onde eu ia muito frequentemente e onde se enganaram a encomendar um creme para mim e depois não quiseram ficar com o creme. Eu não discuti, fiquei com o creme, e nunca mais lá fui. Mas nunca mais mesmo, e até tinha o cartão de cliente com dinheiro em saldo. Lembro-me que o cortei à tesourada com uma grande satisfação. Se eu me tivesse dado ao trabalho de reclamar, se calhar tinha-se resolvido tudo e eu ainda ia lá.
E como este, tantos outros episódios já aconteceram comigo, mas de facto os únicos sítios onde deixei de ir porque não gostei como fui atendida e não reclamei foi esta farmácia, um restaurante no Norte Shopping, uma associação de animais à qual eu comprava coisas/enviava donativos e a Bosch Car Service. Nos outros, falo, reclamo, até posso levantar um pouco a voz, mas acabo por voltar.

#895

Um dia destes comprei uma pizza quatro queijos no supermercado. Congelada, de uma dessas marcas de pizzas congeladas, nem sequer era de marca branca. Mas afinal era só pizza dois queijos. Os outros dois queijos anunciados nem vê-los. Eles não deveriam mudar o nome, para não enganarem as pessoas?

quinta-feira, 27 de abril de 2017

#894

Estive a ler os comentários de uma notícia sobre o ataque do cão à criança nos últimos dias e reparo que, independentemente desta situação em particular, ainda há muita gente que odeia cães. Sente-se o ódio nos comentários, e que na maioria dos li nem se referem a este ataque mas a situações normais do dia-a-dia. Não é não ligarem, entendo que haja quem não ligue a animais e respeito isso, mas também não os odeia, simplesmente não tem nenhum sentimento em relação a eles. As pessoas que comentam têm ódio mesmo, por todos os cães e, quiçá, donos de cães.

#893

Ontem, como primeiro dia de trabalho depois de ter estado de férias, decidi que podia comer uma porcariazita ao almoço. Como passei no shop e não havia muito por onde escolher, fui ao McDonalds. O problema de ir ao McDonalds agora é que eu não como carne, e então tive de pedir o McFilet ou lá como se chama a sande de peixe deles. Nunca tinha experimentado antes e acredito que não o voltarei a comer senão por grande necessidade. Não que não seja bom, o filete de peixe até era bom e não parecia contraplacado de peixe, dava para ver assim o peixe a desfazer-se em 'postas'. A questão é que era pequeno, muito pequeno. Mas acreditem, mesmo muito pequeno. O que me valeu foram as batatas, senão teria de pedir pelo menos mais duas sandes iguais. Em tamanho é semelhante àqueles hamburguers de 1,5 euros. Só que o menu sande + batata + bebida + um molho para batatas custaram 5 euros. Um escândalo, portanto. Agora que estão avisados não caiam no mesmo erro que eu.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

#892

O primeiro dia de trabalho depois das férias é sempre estranho. Parece que ainda estou adormecida, dormente. Só tenho uma velocidade, muito devagar, que se aplica para tudo. Não consigo despachar-me rápido em casa, ando a passo de caracol. Depois a conduzir venho sempre atrás daqueles condutores lesma, sem conseguir ultrapassar ninguém e (quase) sem me enervar. Julgo que inconscientemente a minha vontade zero de vir trabalhar impede o meu corpo de andar mais rápido, para adiar ao máximo o regresso. Por isso mesmo também chego sempre atrasada. Mas nem sequer me importo. Depois chego ao escritório e aí é só rezar para que ninguém fale comigo nas primeiras horas. Ajuda fazer cara de aborrecida para desmotivar as pessoas de algum tipo de contacto. E é esperar que o dia passe rápido, com menos chatices e falatórios possíveis, talvez arranjando bons planos para almoço para minorar o sofrimento. Ideal era mesmo arranjarem uma espécie de cubículos para quem voltasse de férias não ser obrigado a conviver com ninguém no primeiro dia. Via só os emails e despachava algum trabalho, mas era assim um dia de transição, para não ser um choque tão grande. Sabem aquelas pessoas que dizem que se fossem ricas continuavam a trabalhar? Eu não sou uma delas. Se eu fosse rica e pudesse, nunca mais trabalhava. Que sonho, não ter mais de acordar cedo e vir para o escritório mal disposta.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

#891

Velocidade Furiosa 327 estreia hoje, anuncia o SAPO.

#890

Tenho um novo passatempo/sentido de dever cívico: apitar às pessoas que circulam nas auto-estradas à esquerda. Se não vai ninguém à direita, porquê andar na esquerda? Sítios como VCI ou vias rápidas mais urbanas não vale a pena, ninguém quer saber, mas em auto-estrada as pessoas têm de aprender a andar à direita. Eu vou à direita, ando duas ou três faixas para a esquerda para as ultrapassar e apito-lhes enquanto as passo e faço sinal para irem para a direita. Alguns ficam chateados e dão máximos e resmungam, mas muitos acabam por perceber e encostam à direita. Antes eu do que a polícia, não é? Sempre poupam dinheiro e pontos na carta.

#889

Estou viciada no Lidl. Tenho ido lá mais vezes fazer compras em detrimento do Continente, onde ia antes. A situação cartão Continente chateia-me um bocado, aquilo é um bocado engodo, porque há muitas coisas que têm desconto em cartão mas que noutros supermercados estão ao preço mais baixo já, e não temos de voltar lá para gastar o dinheiro novamente. Por isso ultimamente tenho ido mais ao Pingo Doce e Lidl, que não têm isso dos cartões de cliente. Ora o 'problema' do Lidl é que tem sempre muitas coisas, coisas sem ser comida ou detergentes. Tem aquelas promoções todas onde eu me perco. Tem roupa de desporto gira, tem utilidades para a casa, tem pequenos electrodomésticos, tem roupa barata, tem tudo! Tenho de me conter muito para não comprar aquelas pechinchas todas. Tenho ido lá várias vezes por semana, e a lojas diferentes, para apanhar alguns restos de promoções mais antigas que algumas lojas menos concorridas têm, mas isto tem de acabar. E agora, vários anos depois, percebo o encanto do Lidl!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

#888

Reparo que agora que estão a chegar as férias e que as pessoas já têm férias marcadas, dá-se muitos palpites sobre a vida dos outros. Alguém marca férias num destino mais caro ou vai duas semanas de férias e já é rico. As pessoas gostam muito de dar palpites sobre a vida dos outros, sem saber de nada. Já vi várias vezes isto acontecer, já vi queixas sobre isto acontecer, e já aconteceu comigo também. Já me chateei com uma amiga porque ela pelos vistos achava-se no direito de julgar o dinheiro que eu tenho ou não tenho pelas férias que faço ou não faço.
A grande questão aqui é: quem comenta, na maioria dos casos, não sabe nada da vida das pessoas sobre quem fala. Nem tem que saber, nem tem que comentar. As pessoas podem ser ricas até. E depois? Ou até podem passar grandes privações para irem uma semana de férias. E depois? Isso é lá com elas. Cada um sabe do dinheiro que tem e que pode ou não pode gastar. Que mania das pessoas de fazerem julgamentos e mandarem bitaites sobre assuntos que não lhes dizem respeito.

#887

Para verem como este blog é um blog actual e fala dos assuntos tendência hoje vou-me debruçar sobre um dos assuntos mais fortes dos últimos tempos: ananás na pizza. Este blog é contra a utilização de ananás ou outras frutas na pizza. Mais, a mentora deste blog é também contra a utilização de carne na pizza, apesar de o blog não ser. A mentora deste blog só come pizza com cogumelos, azeitonas, queijo e rúcula.

terça-feira, 11 de abril de 2017

#886

Li noutro dia num blog a expressão 'a minha ilimitada capacidade de desprezo'. E revi-me.

#885

Para ir do meu local de trabalho até minha casa, o caminho mais perto é pela VCI. No entanto, se estiver trânsito, demoro menos se for pela auto-estrada. Então a regra é se sair à hora certa, como é hora de ponta, vou sempre pela auto-estrada. Se sair meia hora mais tarde ou mais, vou pela VCI porque já não há trânsito. Ora o que tem acontecido é que sempre que saio mais tarde e vou pela VCI há um acidente que cria trânsito anormal e demoro na mesma imenso tempo a chegar. Se calhar devia alertar os serviços de apoio sempre que saio mais tarde e vou pela VCI, porque já se sabe que vai haver um acidente entre carros no sentido em que eu circulo. Assim já estão preparados para intervir e resolver a situação rapidamente.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

#884

Ao contrário da maioria dos adultos e da totalidade das crianças, eu não gosto de andar descalça. O chão é sujo, afinal anda lá calçado normalmente, e em minha casa como tenho animais tenho quase sempre pêlos chão, a única altura em que não há são aqueles 5 minutos a seguir a aspirar. O chão é frio, e mesmo no Verão quando está muito quente acho desagradável. Ando sempre calçada. Às vezes abro uma excepção e posso andar só de meias, por exemplo quando vou à casa de banho a meio da noite, para não estar a calçar os chinelos, mas mesmo isso incomoda-me. Tenho de usar calçado mesmo. Descalça é que não. Uuuggghh.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

#882

Carnide. “Contra a política de imposição” moradores arrancam parquímetros e devolvem-nos à Câmara


Isto é exactamente o tipo de protesto que eu apoio. Não estragaram os parquímetros, só os arrancaram e vão devolver. É verdade que se calhar não adianta nada, daqui a uns dias estão de novo no mesmo sítio. Mas até podem não estar. E mesmo que estejam, atrasa, chateia, causa tanstorno. E assim a classe política e outros decisores percebem que a população também tem uma palavra a dizer nas suas decisões, ainda que não mande nada. É isso que nos falta em Portugal, sermos mais activos, fazermos mais protestos que valham a pena.

#881

Às vezes ouço expressões como 'trânsito Via Norte no sentido norte-sul'. E penso, como é que eu vou saber que sentido é esse? Não é mais fácil dizer Maia-Porto ou Porto-Maia? Como é que as pessoas sabem onde é o norte e o sul? Em exemplos tipo A1, Lisboa-Porto, é mais fácil, mas mesmo assim que mania é essa de usar os pontos cardeais? Não podem dizer logo o nome das cidades e evitam que as pessoas tenham de pensar mais?

quarta-feira, 5 de abril de 2017

#880

Há um fenómeno engraçado que acontece no meu carro. Sempre que tenho o limpa pára-brisas no modo automático, mesmo que nem sequer esteja a chover lá fora, quando entro na garagem ele liga-se e limpa o pára-brisas umas 2 ou 3 vezes. Não sei o que é que a garagem tem que o faz achar que está a chover lá dentro, mas isto acontece sempre. Magia!

#879

Às vezes reparo que as pessoas usam construções com preposições erradas. Uma muito comum é 'parecido a'. Como em 'és muito parecido ao teu irmão'. Mas está errado, parecido é usado com a preposição 'com'. O correcto seria 'és muito parecido com o teu irmão'. A minha teoria para este erro é que as pessoas fazem a construção por analogia com 'igual a' e aplicam a mesma regra.
Há uns dias ouvi uma nova, e na televisão! Ouvi alguém dizer que as pessoas têm 'receio à mudança'. A construção certa deveria ser 'receio da mudança', temos receio de coisas.
Acho engraçado ir registando estas coisas.

terça-feira, 4 de abril de 2017

#878

Acho que às vezes subvalorizo óculos limpos. Eu não uso óculos para ver ('óculos para ver', eu sei, mas é a forma fácil de os distinguir dos de sol) normalmente, uso só em situações excepcionais (dores de cabeça, cansaço, etc.) e nesse caso limpo-os sempre antes de os colocar. Mas ando muitas vezes de óculos de sol. E com estes normalmente não me preocupo tanto em limpá-los. Deve ser porque as lentes são mais escuras e disfarçam melhor a sujidade. Só que quando me lembro disso e os limpo... ui, é uma diferença enorme. Consigo ver tudo bem, focado, sem esforço. Devia lembrar-me de limpá-los mais vezes, mas já sei que agora só daqui a mais umas semanas, porque as lentes vão disfarçar a sujidade de novo.

#877

Este fim de semana ouvi uma senhora dizer uma coisa muito engraçada: 'respiro muito'.
Segundo esta lógica, as pessoas dividir-se-iam em pessoas que respiram muito, as piores porque devem gastar imenso oxigénio, e as que respiram pouco, que têm mais respeito pelo ar dos outros. Eu claramente seria das que respiram pouco, até porque tenho asma e não consigo absorver tanto ar como o que necessito.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

#876

Vou começar a semana com uma exposição algo raivosa, facciosa e provavelmente injusta acerca de pneus e pneus suplentes, motivada por um furo que tive no fim de semana, o que me dá assim direito a poder insultar quem quiser.
Primeiro quero revoltar-me contra os fabricantes de carros que agora inventaram esta moda de os carros não trazerem pneu suplente. Isso não devia ser proibido por lei? Antes, há muito tempo, vinha um pneu normal. Depois começaram a usar aquele pneu meio manhoso, muito fininho, com o qual só se podia andar até 80 km/h. Agora metem pra lá uma lata de espuma e está feito. Quem quiser um pneu inteiro tem de pagar mais, é um extra. Isto é só um esquema para ganharem mais dinheiro com os clientes a pagarem mais por pneus que deviam vir logo no carro de origem. Para além disso, aquela espuma é inútil, como toda a gente sabe, caso seja um rasgão maior, ou caso o pneu rebente, por exemplo. Ter aquela espuma ou ter nada é igual, ficamos sempre apeados no meio da rua. Há uns anos, quando íamos para um evento da empresa no carro (da empresa) de um colega, rebentou-nos um pneu e ficamos na beira da estrada imenso tempo até chegar o reboque. Depois tivemos de ficar à espera que trocassem o pneu na oficina e só depois pudemos continuar viagem. Escusado será dizer que quando chegamos já o evento ia quase a meio. E o carro era um Audi A4. Será que na Audi não têm orçamento para meter lá um pneu, ainda que seja daqueles pequenos? Pffff.
Segundo quero revoltar-me contra as oficinas de pneus ou contra a lei (não sei se está na lei ou não, para ser sincera) ou contra a regra estabelecida de que quando trocamos um pneu temos de trocar os dois. Mas porquê? Se eu furar um pneu e o outro pneu estiver quase bom, tenho de o trocar porquê? Quem inventou isso? Por acaso o meu pneu que não estava furado, não estava novo, mas ainda era capaz de me durar mais um ano, ou por aí. E só porque furei um, tive de adiantar já o dinheiro e trocar um pneu que ainda não estava em final de vida. Existe alguma lei que multa os condutores de carros que têm pneus diferentes? Ou isso é só uma história inventada pelas oficinas para fazerem negócio a dobrar? É que pneus não são propriamente baratos, não custam 20 ou 30 euros. E se trocar um já não é barato, esta invenção de ter de trocar os dois faz um simples furo tornar-se numa despesa que nos dá cabo do orçamento mensal. E já agora, o que é que as oficinas fazem aos pneus bons que trocam? Destroem? Dão para caridade? Ficam com eles para venderem?
Raios para todos estes esqeuemas que existem para extorquirem dinheiro aos clientes!